Conversas com eco

Há muitas pessoas que tendem a repetir exactamente a mesma coisa logo depois de a terem dito porque o que tinha para dizer ainda não foi espremido que chegue.

 

Primeiro exemplo, espremer uma anedota até ninguém suportar ouvi-la:
Cromo – Sabem porque é que os alentejanos plantam 3 laranjeiras de uma só vez? – Para dar trinaranjus.
Plateia – HAHAHAHA
Cromo – E ele disse, plantam 3 laranjeiras de uma só vez? – Para dar trinaranjus.
Plateia – HAHA
Cromo – Hehe, Para dar trinaranjus.
Plateia – heh.
Cromo – hehe, heh, trinaranjus. esta foi mesmo boa heh.
 

Outro exemplo, quando alguém conta a discussão que teve:

E eu disse: “Olha fo%&-te, seu PA%%$#& A GASÓLEO! JULGAS QUE ISTO É O QUÊ??”, que abusos, é que há gente que não tem educação nenhuma mesmo… e depois eu disse-lhe “JULGAS QUE ISTO É O QUÊ PA%%$#& A GASÓLEO?”. Olha onde é que já se viu, onde é que este país vai parar com gente assim. Mas que grande pa%%$#& a gasóleo…

Este caso é pior, porque gritos são irritantes e costuma ser acompanhado de perdigotos. Se mandamos a pessoa calar-se é como se estivessemos a apoiar o inimigo.

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