Isto tem muitos nomes corcundas: egosurfing, autogoogling, etc. Mas o site Marketing de Busca argumenta e bem que ter o nome no google não é só pelo ego.
Ele criou um ebook pequeno de 12 páginas que vou tentar resumir – apenas parte — a seguir:
Imaginem que se candidatam para um emprego e estão 10 candidatos, o patrão gosta do currículo de todos mas depois de fazer uma pesquisa no google repara que 5 deles podem ser excluídos. Fotos parvas no hi5, pôr posts no horário de trabalho, etc.
Apesar de não dever ser legal, como é que se prova que o patrão o fez? Quase impossível.
Por isso a melhor maneira é defender os resultados online criando conteúdo representativo de quem nós somos. E claro que bons conteúdos melhoram até nos podem ajudar.
Claro que mesmo com um site muito bom pode sempre aparecer um site maior que suja o nome.
No meu caso é mesmo só pelo ego, quero estar à frente desse sacana do Artur e os minimeus!
